Chicago, a cidade dos ventos (Parte I)

Traduzido por Roxana M. Q. Fernández

Sempre que vou dar nome aos artigos procuro encontrar algum apelido ou característica que a qualifique, desta vez procurei no google e veio ‘windy city’, o que está totalmente de acordo com minha experiência local e com a descrição de amigos e familiares que por lá estiveram. A cidade tem diversos arranha-céus e um deles me fez lembrar de fictícia Gotham City (a cidade o Batman), com sua aparência sombria em plena noite de primavera (imaginem no outono!) e o nome dele é John Hancock Center.

Chicago - Gottam City

A cidade é um exemplo de superação e de diversidade, em 1871 um grande incêndio destruiu grande parte dela, que foi reconstruída pelos diversos povos que a habitavam (africanos, holandeses, alemães, russos, irlandeses, etc), fazendo a cidade literalmente ressurgir das cinzas e transformar-se numa das mais influentes dos EUA.

O Millenium Park (Parque do Milênio) é uma das principais atrações da cidade, onde fica um dos ícones de Chicago, o Cloud Gate (portão das nuvens, conhecido popularmente como The Bean – O Feijão). Ainda no parque há diversas outras atrações, como o Jay Pritzker Pavilion (um pavilhão para shows), o Field Museum (museu de história natural), entre outras dezenas de pontos.

Chicago é tão singular que foi presenteada por um dos maiores artistas de todos os tempos, Pablo Picasso, que criou gratuitamente a obra de arte sem título conhecida como The Chicago Picaso em homenagem à cidade, que está localizada na Daley Plaza (Praça Daley).

Chicago - The Picaso
Chicago - The Picaso

Chicago é tem muito a ser desvendado e em uma próxima oportunidade vou expor um pouco mais de minha experiência na cidade!

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